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Por que não devemos gritar com os filhos

Você costuma gritar com seu filho quando ele não obedece ou apronta muito? Bom, talvez seja hora de repensar a forma de chamar a sua atenção.

É normal perder a paciência às vezes e brigar com o pequeno. Especialmente depois de chegar em casa do trabalho cansado ou estressado.

No entanto, os papais e mamães de plantão precisam se policiar para evitar esses momentos explosivos.

Os gritos, na verdade, causam mais problemas no longo prazo, pois impactam no comportamento e no desenvolvimento infantil, afetando o equilíbrio emocional e outros processos cognitivos, podendo levar essa atitude negativa para o resto da vida e propagá-la para as próximas gerações.

Mesmo que os pais se arrependam depois, pedindo desculpas e demonstrando carinho após perderem a cabeça, o choque inicial já ficou registrado.

Há outras maneiras mais saudáveis de se lidar com situações em que é necessário chamar a atenção dos pequenos.

Comunicação é a chave para um bom relacionamento entre pais e filhos!

Olhar nos olhos, falar de modo calmo, tranquilo e claro torna tudo mais fácil, ao invés de já subir o tom de voz e dar um grande esporro, que, no fim das contas, acaba não ensinando nada para a criança.

É claro que há momentos em que os pais não se seguram e acabam extravasando.

Mas é muito importante parar, respirar e buscar outra alternativa para o grito. E nunca tornar isso um hábito dentro de casa.

Lembre-se, conversar é muito mais efetivo, pois promove um ambiente equilibrado e respeitoso!

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